2009/12/18
  SVEN VAN HEES featuring FEMKE - SECOND IN LINE

First single: SECOND IN LINE, from the album MAVERICK by SVEN VAN HEES.

Vocals & lyrics by FEMKE


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2009/06/08
  o blog passou a sessão...


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2008/08/29
  Sonoridades para o fim-de-semana: Club des Belugas

No início do Verão deste ano a minha secção de lounge e nujazz ficou mais enriquecida com a inclusão de um dos projectos mais ecléticos dentro destes géneros nestes ultimos anos.
Jazz, soul, ambient, lounge, electrónica tudo misturado para uns bons finais de tarde à beira-mar com um grupo de amigos... é assim o projecto Club des Belugas... a minha proposta para este fim-de-semana que se aproxima.
Aqui fica mais info e as sonoridades:

BIO
Club des Belugas is a lounge-nujazz project, founded by Maxim Illion & Kitty the Bill in 2002 . CdB has released 4 albums "caviar at 3 a.m." (2002), "minority tunes" (2003), "apricoo soul" (2006) and "SWOP" (2008)

The 12" "hip hip chin chin / Gadda Rio" climbed to number 1 of the German Club Charts in november 2003. The 12" "Wildcats gotta Move / Dibidy Dop" reached number 3 in march 2006, and stayed in the TOP TEN for 8 weeks.

Tracks from CdB have been licensed for compilations more than 400 times. Tracks from CdB have been licensed for advertisement and TV commercials of: BMW, Mercedes-Benz, Lexus, Smart, KIA Motors, Jaguar, Nivea, C&A, Landrover, Burlington, Hudson, Strenesse, The German National Soccerteam, CPD, Telekom South Korea.
"Apricoo soul" has been voted for "ALBUM OF THE YEAR 2006" by www.shirokko.de

The 4th album "SWOP" has been released on February 8th, 2008. Including such great guest vocalists as Brenda Boykin, anna.luca, Dean Bowman, Iain Mackenzie and Fred Astaire.

Club des Belugas - "Ketchup Innovation" (Apricoo soul)


Club des Belugas - "Early Daiquiris" (Brazilectro)


Club des Belugas - "Wearing Out My Shoes" (SWOP)


Club des Belugas - "Its a beautiful day" (SWOP)

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2008/08/22
  Lemongrass… downtempo em ambientes orquestrais e ambientais

Dentro do “género” downtempo existem diversas variações e tendências…
Mas, dentro destas várias tendências, há um projecto que salta à vista, quer pela sua qualidade sonora, quer pelo número de trabalhos editados, falo do projecto Lemongrass…

Bio

Roland Voss, aka Lemongrass, passou diversas fases musicais antes de encontrar o seu espaço como produtor de drum'n'bass e downtempo no final da década de 90.

Nascido na Alemanha, Voss começou por ter lições de bateria, tendo tocado até ao final da década de 70 com uma variedade de colectivos de funk e (na sua maioria) de jazz.
Quando os anos 80 chegaram, Voss interessa-se pelo fenómeno new wave, e a partir daqui começa a experimentar os meios electrónicos para as suas produções.
Durante a segunda metade dos 80's, Voss funda diversos projectos, na sua maioria ligados à música de dança e também um projecto punk chamado Klappstuhl.

Voss lança o seu primeiro álbum “Wuwei” em 1993, trabalho este influenciado pelo breakbeat e sob o pseudónimo Succa V, tendo depois começado a trabalhar com o baterista Torsten Kötter no projecto Jungle-Moon, que edita, em 1994, um trabalho influenciado pela onda jungle.

A sua primeira aparição com o nome Lemongrass acontece em 1997 com a edição de uma cover drum’n’bass do tema “Summertime” de Gershwin, na compilação “Submerged”, editada pela label alemã Incoming!.

O seu primeiro álbum “Drumatic Universe”, lançado em 1998, oferece-nos uma mistura das suas raízes jazz com batidas baseadas nas suas ultimas influências, o jungle e o trip-hop. A boa recepção do álbum, principalmente em França e graças ao seu som melancólico e atmosférico, consegue-lhe um contrato com a editora Mole Listening Pearls.

Após uma pequena paragem para se dedicar aos projectos paralelos Orbis e Pangaea, lança o seu segundo álbum, primeiro na Mole, denominado “Lumiére Obscure”, em 1999,trabalho este que recebe bastante atenção por parte da crítica, impulsionado pelo single de apresentação “Comme Toujours”, tema este que se tornou rapidamente num sucesso nos clubes nocturnos alemães.
Apesar de já apresentar uma grande evolução direccionada para atmosferas melódicas ligadas ao downtempo e ao downbeat, este trabalho reflecte ainda as influências da sua formação inicial em bateria, nomeadamente no recurso à utilização de batidas ainda um pouco rápidas para o género.

Na Primavera de 2000 assiste-se à edição do álbum “Voyage au Centre de la Terre” onde Voss desenvolve com mais consistência o seu estilo próprio de downtempo atmosférico baseado em ritmos de influência vincadamente drum’n’bass.
Este trabalho representa mais um passo no crescimento e na consolidação das sonoridades características de Lemongrass.

Sem tempo para reagir às críticas positivas e à crescente atenção a que passou a estar sujeito, Voss inicia a produção do seu quarto álbum, “Windows”, lançado em Fevereiro de 2001, e que surpreende o meio musical quer pela rapidez, quer quantidade, dos trabalhos produzidos… qualidades claramente opostas às batidas lentas e melodias melancólicas que Voss produz.

Logo após a edição de “Windows”, inicia-se na Primavera de 2001, o processo de criação do álbum “Solar Incense”, lançado em 2002 e cuja criação se baseou bastante na voz e na participação de Skadi, uma vocalista de Hamburgo, que trouxe uma nova dimensão às produções de Voss.
Infelizmente, este álbum apenas teve edição no Japão.

Em Março de 2003, sai o álbum “Skydiver”, outra excelente produção com influências atmosféricas baseadas no universo downbeat, trip-hop e drum’n’bass, já característico.
Este é um dos meus trabalhos favoritos desde projecto.

O álbum “Fleur Solaire”, editado em 2004, baseia-se nos mesmos elementos dos trabalhos anteriores (trip-hop e drum’n’bass) e que são a base de partida nas produções de Voss, acrescentando uma atmosfera lounge que nos transporta em sonhos ao que seria o verdadeiro mundo da musica.
Sem dúvida nenhuma o melhor álbum deste projecto e o atingir da maioridade de Voss na produção de ambientes atmosféricos de base electrónica.

No final de 2004, é lançado o álbum best of “Time Tunnel”, que resulta numa fantástica retrospectiva de toda a sua evolução como produtor de downtempo.

Ikebana: Arte tradicional Japonesa de arranjos florais e que requer dedicação, imaginação e amor pelo material de base. Tem como objectivo final a harmonia da forma, ritmo e cor.

Guiado por estes princípios Lemongrass edita, em 2005, o álbum “Ikebana” e este trabalho abre uma nova era na forma de expressão musical deste projecto tendo como base diversos elementos e estilos musicais, desde a pop e o disco da década de 70, passando pelo house e pelos breakbeats Franceses, até às baladas e aos ambientes orquestrais e ambientais, tudo isto pincelado por excelentes vocalizações de cantoras japonesas.
Uma derivação da sonoridade Lemongrass e uma possível indicação de um novo rumo a tomar.

Em 2006 e 2007, e cumprindo o ritmo de produção/edição de um álbum por ano, Voss edita um novo trabalho, de nome “Spa Sessions: Lounging” e "Filmotheque".
Recentemente Voss regressou com mais um album, de nome "Pour l'Amour".
Espero num próximo post poder comentar estes três ultimos albuns.

Para quem gosta das sonoridades downtempo penso que este projecto representa o que de melhor se tem feito nos últimos anos…

Discografia
- “Drumatic Universe” (1998)
- “Lumiere Obscure” (1999)
- “Voyage au Centre de la Terre (2000)
- “Windows (2001)
- “Solar Incense (2002)
- “Skydiver (2003)
- “Fleur Solaire (2004)
- “Time Tunnel” (2004)
- “Ikebana“ (2005)
- “Spa Sessions: Lounging” (2006)
- "Filmotheque" (2007)
- "Pour l'Amour" (2008)


Lemongrass - "Mira"


Lemongrass - "Le contact"


Lemongrass - "A Fábula"


Lemongrass - "Lonely beach"


Lemongrass - "Les vacances"

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  Lounging with Sven Van Hees

Summer. Sunshine. Balmy weather.
Mellow moments. Quiet beauty.
Lazy afternoons. Breezy sunsets.
Sultry nights.
The good life…

Welcome to the lounge experience as soundtracked by, Antwerp-based producer and DJ, Sven Van Hees (aka Ramon Serrano).

Bio

Born in May 1968, that truly remarkable month that was the apotheosis of the '60's when French students almost succeeded in toppling over an atrophied and authoritarian government, Van Hees cannot help but being a revolutionary and an innovator. But hey, this rebel comes in the guise of an emotive latin lover, flashing a seductive smile and sporting a thin moustache.

Starting out at the tender age of 15 when he hosted a jazz funk radio show for a local Antwerp station, Van Hees followed up with the popular Liaisons Dangereuses radio show, which ran for ten years.

On the strength of this outlet, he was invited to record for local labels like USA Import, Wonka and Atom/Elektron. When the track 'Oempa Loempa' by Aquastep (on Wonka Records) turned into one of Western-Europe's most popular club anthems of 1992, Belgian top-label R&S invited Van Hees to record for them.

'Piano Power' by Remy & Sven (a collaboration with Dutch DJ Remy Unger) kickstarted R&S subsidiary Global Custs and has achieved classic status.

Signing to Arcade/Trust Foundation in Holland in 1996, Van Hees released his debut album, "Svengali", that same year. It proved to be a multifarious affair of club grooves and lounge moods, highly original and quietly advanced. Two singles, 'Freakysthan' and 'Neighbours', both highly sought-after (but hard-to-find due to Trust folding upon the release of the latter track), attested to Van Hees' unique perception of dance culture.

When he released his "Gemini" album in the late summer of 1999, the burgeoning lounge scene could very well use a central focal point to help the nascent style crossover to its potential audience. And "Gemini" did exactly that. It thrilled its many buyers worldwide and woke the media up to the simple fact that there's life after clubbing.

"Gemini" melds light jazz and bossa nova influences with laid-back beats and a startling array of instruments to create a vibe perfect for a lazy day on the beach or a quiet evening at the local velvet-roped lounge.

Contradicting its name, "Tsunami (Inside My Soul)" features gently lapping waves over standup bass and a sultry horn riff. Even the wistful spoken thoughts, possibly stolen from a young film student's first short, can't poison this subliminal groove. "Flute Salad" and "Islamorada Fishing Company" would fit nicely into a Thievery Corporation or Kruder & Dorfmeister mix. "Serrano Anthem (Amor/Amor)" approaches erotica, as the interplay between various sounds seems to bring a woman to a sort of spiritual orgasm. Van Hees instills his music with longing and (sometimes overt) sexuality. To these ends, attempts to be lyrically deep or clever sometimes come off as merely amateurish. But this minor shortcoming should be quickly overlooked. Gemini is much more about mood than message, and the mood will carry the listener away.

"Calypso" is third album is the work of a subdued master. It's totally true to his nature and, although the album acknowledges '70s fusion icons like Quincy Jones and Lonnie Liston Smith, it creates a world completely its own - a singular dreamscape for all of us to wallow around in. Centered around the groove, "Calypso"'s eleven tracks take up the Sven Van Hees story were "Gemini" left it, creating a much-needed private space of leisure and introspection, of inner peace and enticing pleasure. It's like God's very own calypso band has sneaked out of heaven - for five minutes at least - and turned up in Antwerp, in Sven's sampler.

In the summer os 2005 he released his fourth album "Synesthesia" the most intimate view inside this producer's head so far. All eleven tracks have their own "colour", painting a complete picture of a near 64 minutes in audio.

It's also the first that includes guest performances and vocal tracks. Two tracks, the great summery housegrooves (or soulful house) and singles "The sun goes down" and "Eneas", were written and sung by Dutch vocalist/mc Lex Empress. Having met 10 years before in Antwerp they lost sight of each other until early 2003, they got booked together again, and enjoyed two hours of "musical-bliss", Sven dj'ing whilst Lex was singing on top of his records.

Also "Amish gansta rappin" features rhymes from a US rapper that prefers to stay anonymous, and could easily have featured on a Massive Attack album. Belgians finest musicians, Bart Van Huyck(guitar), Johan Vandendriessche (sax, flute), Paul Flush (Hammond, Fender Rhodes) and Peter Schneider (percussion) members of his former "Svengali squad", add the cherry on this delicious cake.

Sven Van Hees currently deejays lounge (jazz, latin, soul, brazil) and house sets and plays live with 'The Svengali Squad' (Dancefusion with jazz, funk and soul - members are Sven Van Hees - beatmaster / Johan Vandendriessche multi-instrumentalist already worked with Toots Thielemans, Wim Mertens and Marc Moulin / Paul Flush - pianist, Hammondist, Fender Rhodes-ist, from Newcastle. On Marc Moulin's "Top Secret" he plays Hammond organ / Steinhardt - guitarist / Peter Schneider - percussionist.)

Discography
- Svengali (1996)
- Gemini (1999)
- Calypso (2002)
- Synesthesia (2005)
- Exotica (2007)

All of them are the perfect soundtrack for the months to come…
It's going to be another long hot summer…

Sven Van Hees feat. Lex Empress - "The sun goes down"


Sven Van Hees - "Coco Skin"

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  Regresso... com Bliss

... após uma (longa) ausência estou de regresso.

Apresento hoje as novas sonoridades lounge do norte na Europa!
Falo do projecto Bliss... mais uma pérola saída da editora Dinamarquesa "Music for Dreams"...

BIO:
Danish electronic quartet Bliss create ambient soundscapes riddled with cinematic textures and downbeat bravado. Often compared to artists like
Massive Attack and Sade, the group was the brainchild of writer/producers Marc-George Anderson and Steffen Aaskoven. Vocalists Tchando and Alexandra Hamnede provide Bliss with soulful performances that reflect their alternately African-tinged and jazz-based foundations, resulting in an ethereal stew of pan-global atmosphere.

Bliss - "Kissing"


Bliss - "Wish you were here"

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2008/02/27
  Mondo Grosso feat. Bird - "Life"

Num post anterior apresentei um exemplo da grande capacidade criativa proveniente do Japão, no caso um dos meus projectos favoritos, os U.F.O.!
Outro dos projectos que aprecio são os Mondo Grosso, aqui com a voz de Bird em "Life", em duas versões: a original e ao vivo em Tóquio.



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2007/07/12
  Downtempo by the Thievery Corporation

Embora o termo se possa aplicar a quase qualquer tipo de música electrónica criada para o conforto de uma sala, em detrimento da pista de dança, foi em Viena que o género melhor se soube definir.
Fundindo os mais diversos ritmos e influências em melodias que apelam ao movimento do espírito, artistas como Peter Kruder e Richard Dorfmeister, Thievery Corporation ou os franceses Air operaram uma revolução na música que há muito tempo não se via.
Músicos e DJs unem forças e técnicas para criarem estados de alma que, não tendo de ser especialmente acelerados, quase sempre contribuem para inebriar os sentidos.
Na minha visão, os Thievery Corporation são os expoentes máximos do género... tal como se comprova...

Thievery Corporation - "Lebanese Blond"


Thievery Corporation - "The Time We Lost Our Way"


Thievery Corporation - "Richest man in Babylon"


Thievery corporation - "Shadows of Ourselves"

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2007/04/05
  Craig Armstrong

Quando Craig Armstrong me apareceu num promo CD da editora dos Massive Attack nunca mais fui o mesmo... os sentimentos e a profundidade que transmite nas suas composições são um prazer único.

Craig Armstrong - "Piano Works The Film"


Craig Armstrong feat Liz Fraser - "This Love"


Craig Armstrong feat. Evan Dando - "Wake Up in New York"

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2007/01/19
  Llorca feat. Nicole Graham - "Indigo Blues"

Loduvic Llorca imprime uma boa dose de sensualidade à electro francesa.
Mais do que um estilo, é uma autêntica atmosfera que emana da sua música electro-jazz.
À semelhança de St. Germain, Llorca assimilou perfeitamente a herança afro-latino-americana para recriar um som completamente original.
As sonoridades de Llorca oferecem-nos viagens não-lineares pelas terras das misturas musicais harmoniosas. As vozes são cativantes e em perfeita sincronização com a rítmica que as envolve.
Uma música destinada a inebriar-nos.
Para fechar o fim-de-semana Llorca com a voz de Nicole Graham em "Indigo Blues".

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2007/01/18
  Gotan Project

Dentro de sensivelmente uma semana estarão em Portugal, para dois concertos nos Coliseus de Lisboa (dia 26) e do Porto (dia 27), um dos projectos mais interessantes da actualidade, os Gotan Project.
Para quem não conhece esta fabulosa fusão entre a musica electrónica e o tango aqui fica alguma informação sobre eles e três videos, relativos ao seu ultimo trabalho "Lunatico"...

November 2005, just minutes before the Gotan Project were due onstage at the Gran Rex theatre in central Buenos Aires, Argentina, band guitarist and native Argentine, Eduardo Makaroff, summed it all up in one key quote: "The lyrics of many of the famous tango songwriters would always talk about going back to this city, and so we're returning to the South and to the place that's in our hearts."

Seven months previous, Eduardo and fellow Gotan producers; Parisian Philippe Cohen Solal and Swiss-born Christoph H. Müller, had flown from their homes in Paris to record the new album, 'Lunatico', in Buenos Aires' prestigious Studio ION - the famed venue where tango greats like Astor Piazzolla had once laid down their aural magic to vast reel-to-reel tape machines.

Sat in on the sessions with them were a host of local session musicians; a complete string section, two emcees, one trombonist and Argentine piano legend and long-time Gotan collaborator, Gustavo Beytelmann, conducting much of the musical goings on.

Five years on from breaking new ground in tango and electronica with their debut, 'La Revancha Del Tango' - now having sold in excess of a million copies worldwide, and shows anywhere from Tel Aviv to Tokyo in between, the band now had the small matter of developing the longstanding love affair that the public had now embarked upon with tango to concentrate on.

"We really wanted to explore both tango and folkloric music from Argentina a lot further than we had before," says Philippe. "That's why many of the tracks are really classically tango-orientated, very traditional patterns that people like (Anibal) Troilo would use."

The resulting material from those sessions was and is quite possibly their most accomplished work yet. Not wanting to replicate any of what 'La Revancha...' had originally achieved musically, Philippe, Christoph and Eduardo subsequently flew back to Paris two weeks later to begin the second leg of work on 'Lunatico' – named, quite appropriately, after tango hero Carlos Gardel's champion racehorse of the 1930's.

Fellow collaborators; Argentine Bandoneonist, Nini Flores, and Barcelona-based vocalist, Cristina Vilallonga, joined up with them at their Substudioz back in the French capital and thus began the completion, hidden under top secrecy, of 'Lunático'.

With a decidedly stronger emphasis on the more organic roots of tango, almost to a classical level, 'Lunático' has taken one step backwards in order to move two steps forward in what not only the Gotan Project, but also many of Argentina's top tango musicians see as the progression of their beloved music's ever-evolving lifespan.

"Recording this album was a more natural process for us all," Philippe adds, "as we wanted to continue the tango experience and in ten years time hopefully we'll still feel the same."
(Copyright: Swax T. McIver, 2006)

Gotan Project - "Diferente"


Gotan Project - "Mi Confesion"


Gotan Project@Le Metropolis (Montreal, 28.10.06)

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2007/01/17
  Bugge Wesseltoft - "Film ing"

Antes de ouvir o album tinha ficado muito curioso com a participação de dois elementos que não estão ligados (directamente) ao movimento de Nu Jazz do norte da Europa, a saber: o saxofonista Joshua Redman (dos fantásticos "Moodswing" (1994), "Freedom in the Groove" (1996) e "Timeless Tales" (1998)) e Dhafer Youssef (cantor Tunisino de excelentes recursos vocais).

Com uma sonoridade muito aproximada aos albuns da Blue Note do final da década de 70 com o recurso ao hammond b3 e ao rhodes, é um trabalho filmográfico, melancólico e, ao mesmo tempo muito cool e muito funky... onde o génio de Bugge fica, mais uma vez, demonstrado.

Relativamente aos musicos convidados que me tinham chamado mais a atenção (Redman e Youssef) convém dizer que a performance de Redman é fabulosa integrando perfeitamente o colectivo e solando muito fluentemente (talvez esta passagem pela Europa o faça voltar aos bons trabalhos) e que a voz de Youssef no tema "Hope" talvez transforme esta faixa "apenas" na musica mais emblemática da carreira de Bugge, com a combinação da tradição Sufi e o jazz eléctrico de Bugge.

Mais um dos melhores trabalhos de Nu Jazz...
...mas de Bugge o que é que se esperava?!


Bugge Wesseltoft - "Existence"

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2006/12/15
  Sven Van Hees feat. Lex Empress - "The sun goes down"

Alguém já pensou no que significa "lounge"?
Eu associo o "lounge" ao conforto... e a tudo o que está subjacente ao conceito deste espaço de divulgação do meu universo sonoro.
Este conceito teve origem num dos meus temas favoritos, trata-se de "The sun goes down", escrito/produzido por Sven Van Hees e que tem na suave voz de Lex Empress uma das suas mais valias.
O video foi filmado em Bali...
Vejam, ouçam, saboreiem... e digam lá se isto não é o verdadeiro "lounge"!

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2006/12/06
  Kid Loco

Desde que saiu, em 1998, o album "A Grand Love Story" do DJ Francês Kid Loco que nunca deixou de ser uma audição regular...


Kid Loco - "She's My Lover"


Kid Loco - "She Woolf Daydreaming"

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2006/12/04
  Jori Hulkkonen

Há uns anos atrás descobri o album "The spirits inside me" (1998), lançado pela editora francesa F Com, de Laurent Garnier, de um Finlandês chamado Jori Hulkkonen estava longe de pensar que passaria a "devorar" todas as sonoridades que viessem do Norte da Europa...
Com quatro albuns editados para a F Comm, além de "The spirits inside me" (1998), "When no one is watching we are invisible" (2001), Different (2002) e "Dualizm" (2005), Jori Hulkkonen tornou-se numa referência das sonoridades electrónicas dos países Nórdicos.
Aqui ficam alguns exemplos:

Jori Hulkkonen feat. Chris Udoh - "The Moment"


Jori Hulkkonen feat. Jerry Valuri - "Lo-Fiction"


Jori Hulkkonen - "You're My Excuse For Being Me" (Live)

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2006/12/03
  Lazybatusu - "September: Black"

Conheci este projecto da Emunity Records muito recentemente...
Constituidos pelo DJ Corrado Bay e pelo teclista Simone Giulinani (aka 4MuLA) e provenientes de East London, os Lazybatusu são exímios construtores de sonoridades nu-jazz, future-lounge e downtempo.
Aqui fica um exemplo do seu trabalho... o tema "September: Black".

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2006/11/28
  Monday Michiru - "Butterfly"

Voz de alguns temas dos Mondo Grosso, Monday Michiru é uma das vozes mais bonitas provenientes do Japão, tal como de pode ouvir nos seus trabalhos.
Neste tema , Monday Michiru, recorre à produção de Shinichi Osawa e dos Mondo Grosso para este excelente"Butterfly".


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2006/11/26
  United Future Organization - "The Planet Plan"

Sendo o Japão uma fonte inesgotável de projectos musicais ligados ao lounge/chill-out com muita qualidade (Mondo Grosso, Monday Michiru, Pizzicato Five, Nobukazu Takemura, Routine), há um projecto que destaco pela capacidade de ter mantido, ao longo do seu trajecto, uma qualidade criativa muito elevada.
Falo dos U.F.O., United Future Organization, com as suas influências recolhidas por todo esse mundo, principalmente da musica brasileira, francesa e asiática.
Aqui fica um excelente exemplo desta criatividade, um tema retirado do album "3rd Perspective", "The Planet Plan".

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2006/11/23
  Fila Brazillia

Fila Brazillia... um dos melhores projectos ligados às sonoridades lounge/chill-out!
Aqui ficam dois exemplos...

Fila Brazillia - "Throwing Down A Shape"


Fila Brazillia - "The Speewah"

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2006/11/22
  Nightmares On Wax - "Les Nuits"

Se existe um tema que define o que é a sonoridade downtempo penso que será este.
"Les nuits" é um tema do album "Car boot soul" do projecto Nightmares on Wax.
Apesar de convidar à ondulação dos corpos, este tema tem como base os acordes de um quarteto de cordas, envolvendo-nos ao longo da sua audição com o seu ritmo cadente, as suas vocalizações suaves e as suas melodias baseadas num hammond.
Sem dúvida um dos meus temas preferidos...


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Conceito

Verão. Nascer do Sol. Tempo refrescante.
Momentos suaves. Beleza sossegada.
Tardes preguiçosas. Brisa suave ao Pôr-do-sol.
Noites sensuais.
Enfim, o lado bom da vida…

Sonoridades

| Nu-jazz | Chill-Out | Lounge |
| Downtempo | Downbeat |
| Ambient | Breakbeat | IDM |
| Electro | Drum'n'Bass |

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