2009/12/18
  SVEN VAN HEES featuring FEMKE - SECOND IN LINE

First single: SECOND IN LINE, from the album MAVERICK by SVEN VAN HEES.

Vocals & lyrics by FEMKE


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2009/06/08
  o blog passou a sessão...


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2008/08/29
  Sonoridades para o fim-de-semana: Club des Belugas

No início do Verão deste ano a minha secção de lounge e nujazz ficou mais enriquecida com a inclusão de um dos projectos mais ecléticos dentro destes géneros nestes ultimos anos.
Jazz, soul, ambient, lounge, electrónica tudo misturado para uns bons finais de tarde à beira-mar com um grupo de amigos... é assim o projecto Club des Belugas... a minha proposta para este fim-de-semana que se aproxima.
Aqui fica mais info e as sonoridades:

BIO
Club des Belugas is a lounge-nujazz project, founded by Maxim Illion & Kitty the Bill in 2002 . CdB has released 4 albums "caviar at 3 a.m." (2002), "minority tunes" (2003), "apricoo soul" (2006) and "SWOP" (2008)

The 12" "hip hip chin chin / Gadda Rio" climbed to number 1 of the German Club Charts in november 2003. The 12" "Wildcats gotta Move / Dibidy Dop" reached number 3 in march 2006, and stayed in the TOP TEN for 8 weeks.

Tracks from CdB have been licensed for compilations more than 400 times. Tracks from CdB have been licensed for advertisement and TV commercials of: BMW, Mercedes-Benz, Lexus, Smart, KIA Motors, Jaguar, Nivea, C&A, Landrover, Burlington, Hudson, Strenesse, The German National Soccerteam, CPD, Telekom South Korea.
"Apricoo soul" has been voted for "ALBUM OF THE YEAR 2006" by www.shirokko.de

The 4th album "SWOP" has been released on February 8th, 2008. Including such great guest vocalists as Brenda Boykin, anna.luca, Dean Bowman, Iain Mackenzie and Fred Astaire.

Club des Belugas - "Ketchup Innovation" (Apricoo soul)


Club des Belugas - "Early Daiquiris" (Brazilectro)


Club des Belugas - "Wearing Out My Shoes" (SWOP)


Club des Belugas - "Its a beautiful day" (SWOP)

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2008/01/02
  Murcof, Erik Truffaz e Talvin Singh Live@2006 Montreux Jazz Festival

O tema chama-se "Rios" do album "Remembranza" e este live act no Festival de Jazz de Montreux de 2006 tem Murcof nos ambientes sonoros e electrónica, Erik Truffaz no trompete e Talvin Singh nas tablas e raga!
Das melhores construções sonoras que ouvi até hoje!
Para ouvir e sentir... muito profundamente...

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2007/10/01
  Material feat. Nils Petter Molvaer Live@Tokyo Jazz 2005

Decorria o ano de 1990 quando tive a sorte de ter acesso a uma compilação denominada "Trance Europe Express" onde pontificavam, entre outros, nomes como Orbital, Bandulu, System 7, CJ Bolland, Aphex Twin, The Orb, Moby, Barbarella e Sabres of Paradise.
Nesta compilação houve um projecto que me chamou a atenção, tratou-se de Material, liderado por Bill Laswell.
Durante estes anos tenho acompanhado de perto os lançamentos e as produções de Laswell e considero-o como sendo um dos maiores génios musicais dos ultimos anos... basta ouvir as reconstruções que fez do legado musical de Bob Marley e de Miles Davis.
Recentemente cruzei-me com o seu trabalho com o trompetista Nils Petter Molvaer, um trabalho que ouço quase todos os dias.
Aqui ficam três temas ao vivo no Festival de Jazz de Tóquio em 2005.

Material feat. Nils Petter Molvaer - "Black Lotus"


Material feat. Nils Petter Molvaer - "Mbamusso"


Material feat. Nils Petter Molvaer - "Jarabi Jeh"

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2007/01/19
  Llorca feat. Nicole Graham - "Indigo Blues"

Loduvic Llorca imprime uma boa dose de sensualidade à electro francesa.
Mais do que um estilo, é uma autêntica atmosfera que emana da sua música electro-jazz.
À semelhança de St. Germain, Llorca assimilou perfeitamente a herança afro-latino-americana para recriar um som completamente original.
As sonoridades de Llorca oferecem-nos viagens não-lineares pelas terras das misturas musicais harmoniosas. As vozes são cativantes e em perfeita sincronização com a rítmica que as envolve.
Uma música destinada a inebriar-nos.
Para fechar o fim-de-semana Llorca com a voz de Nicole Graham em "Indigo Blues".

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2007/01/17
  Bugge Wesseltoft - "Film ing"

Antes de ouvir o album tinha ficado muito curioso com a participação de dois elementos que não estão ligados (directamente) ao movimento de Nu Jazz do norte da Europa, a saber: o saxofonista Joshua Redman (dos fantásticos "Moodswing" (1994), "Freedom in the Groove" (1996) e "Timeless Tales" (1998)) e Dhafer Youssef (cantor Tunisino de excelentes recursos vocais).

Com uma sonoridade muito aproximada aos albuns da Blue Note do final da década de 70 com o recurso ao hammond b3 e ao rhodes, é um trabalho filmográfico, melancólico e, ao mesmo tempo muito cool e muito funky... onde o génio de Bugge fica, mais uma vez, demonstrado.

Relativamente aos musicos convidados que me tinham chamado mais a atenção (Redman e Youssef) convém dizer que a performance de Redman é fabulosa integrando perfeitamente o colectivo e solando muito fluentemente (talvez esta passagem pela Europa o faça voltar aos bons trabalhos) e que a voz de Youssef no tema "Hope" talvez transforme esta faixa "apenas" na musica mais emblemática da carreira de Bugge, com a combinação da tradição Sufi e o jazz eléctrico de Bugge.

Mais um dos melhores trabalhos de Nu Jazz...
...mas de Bugge o que é que se esperava?!


Bugge Wesseltoft - "Existence"

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2006/12/13
  Nicola Conte - "Kind of SunShine"

Nu-jazz italiano no seu melhor...

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2006/12/03
  Lazybatusu - "September: Black"

Conheci este projecto da Emunity Records muito recentemente...
Constituidos pelo DJ Corrado Bay e pelo teclista Simone Giulinani (aka 4MuLA) e provenientes de East London, os Lazybatusu são exímios construtores de sonoridades nu-jazz, future-lounge e downtempo.
Aqui fica um exemplo do seu trabalho... o tema "September: Black".

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2006/11/29
  Marc Moulin - "Silver (Who stole the groove?)"

Além de St. Germain e Llorca existem alguns projectos de excelente qualidade dentro no nujazz.
Um desses exemplos é Marc Moulin e o seu fabuloso album "Entertainment", do qual foi extraída esta "pérola" sonora: "Silver (Who stole the groove?)"

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2006/11/26
  United Future Organization - "The Planet Plan"

Sendo o Japão uma fonte inesgotável de projectos musicais ligados ao lounge/chill-out com muita qualidade (Mondo Grosso, Monday Michiru, Pizzicato Five, Nobukazu Takemura, Routine), há um projecto que destaco pela capacidade de ter mantido, ao longo do seu trajecto, uma qualidade criativa muito elevada.
Falo dos U.F.O., United Future Organization, com as suas influências recolhidas por todo esse mundo, principalmente da musica brasileira, francesa e asiática.
Aqui fica um excelente exemplo desta criatividade, um tema retirado do album "3rd Perspective", "The Planet Plan".

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2006/11/13
  St Germain - "Rose Rouge" (Live)

Versão fabulosa ao vivo do tema "Rose Rouge", do album "Turist", de St. Germain.
Jazz na sua verdadeira essencia!

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2006/10/11
  Cinematic Orchestra feat. Fontella Bass - "All that you give"

Num post anterior já falei do projecto The Cinematic Orchestra.
Uma das coisas que mais admiro neste projecto é a capacidade de Swinscoe e Companhia juntar o seu jazz moderno a vozes não muito conhecidas mas de reconhecido mérito e com longas carreiras no meio musical.
Este é o caso do tema de abertura, "All that you give", do seu ultimo trabalho "Every Day", que tem a participação de uma das vozes mais mais profundas da soul, Fontella Bass.
Aqui fica o video...

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2006/09/16
  F Communication... Live&Rare

Quando, em Dezembro de 91, Laurent Garnier lança o seu primeiro EP "French Connection" pela Fnac Dance Division estaria longe de imaginar que 3 anos depois, em Fevereiro de 04, a editora fecharia, deixando, provavelmente, Garnier à beira de um ataque de nervos.

Laurent, cheio de vontade de deixar mais vezes os pratos e as misturas para se dedicar à compreensão do fenómeno da música de dança juntou alguns amigos de festas, como Ludovic Navarre (aka St Germain), Stéphane Dri (aka Scan X) e Shazz, e lançou uma editora, a F Communications, para promover e desenvolver a música electrónica. Assim, em Maio de 94, sai a primeira edição da editora, um EP do projecto Dune, chamado "Alliance" (F001).

4 anos e 100 edições depois, Garnier decide lançar a primeira compilação da sua editora: "F Communications presents Live and Rare - A celebration of our 100th release".
Tal como o nome indica trata-se de um conjunto de 2 CDs constituídos por 18 temas, remisturas ou live acts.

O line-up deste trabalho é fabuloso... e dele fazem parte os seguintes temas:
CD 1
. Aqua Bassino - "A mellow key" (Live at Gonzo mix - Radio Nova)
. Llorca - "Can't take it" (F100 jass relecture)
. Alexkid - "Sand Francisco" (F100 Tsunamix)
. St Germain - "Soul salsa soul" (Remix)
. Norma Jean Bell - "Baddesh bitch" (Motorbass mix)
. Elegia - "Grid One" (Live at Bash Club - Miami)
. Ready Made - "L'Ankou" (F100 mix)
. Frédéric Galliano Electronic Sextet - "Sans titre" (Live at the Jazz Café)

CD 2
. Juantrip' - "Shadow" (F100 mix)
. Jori Hulkkonen - "3rd line" (Live at Roskilde Festival)
. Laurent Garnier - "Dance 2 the Music" (Live at the Rex Club - Paris)
. Scan X - "Bleu" (Live at Fuse - Brussels)
. A Reminiscent Drive - "Life is beautiful" (F100 mix)
. Chaotik Ramses - "Crying 202" (Live at the M.A.D. - Lausanne)
. Mr Oizo - "Sick dog try to speak" (Unreleased track)
. Laurent Garnier - "Kall it!" (Live at Sonar Club)
. Scan X - "Futuristic Funk" (Live at the Liquid Room - Tokyo)
. Nova Nova - "Shake it up" (Live at F COMM Fresh party - Paris)

Dentro destes recomendo uma audição mais cuidada dos meus temas favoritos:
- Aqua Bassino, gravado de uma live performance na Radio Nova, com uma melodia graciosa e uma linha rítmica na linha do melhor downbeat alguma vez feito;
- Ready Made, os break beats e os cuts de Jean-Philippe Verdin são autenticas obras de arte dentro do drum'n'bass;
- Jori Hulkkonen, além de ser um dos meus favoritos dentro da música electrónica, apresenta um tema ao vivo onde demonstra toda a sua capacidade para movimentar corpos;
- A Reminiscent Drive, aka Jay Alanski, o crossover entre a música electrónica e instrumentos de cordas sempre me fascinaram... este é mais um excelente exemplo do que se pode conseguir... uma simbiose perfeita!

Depois deste centésimo lançamento a F Comm, continuou a desenvolver e apostar em excelentes projectos!

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2006/08/04
  The Grassy Knoll

Olhando para os lançamentos dos ultimos anos emergem, da minha colecção de CDs e dentro do denominado nu jazz, os trabalhos de Bugge Wesseltoft (New Conception of Jazz) e de Jason Swinscoe (The Cinematic Orchestra).

Mas, a aplicação do género nu jazz, bastante generalista, talvez tenha começado por outras etiquetagens, durante a década de 90, nomeadamente o acid jazz, com a corrente britânica mais orientada para a soul (Brand New Heavies e Incognito) e a corrente americana mais orientada para o hip-hop (Jazzmatazz de Guru e US3), o jazz electrónico (London Electricity e Ben Neill, fusão com o drum'n'bass) e o ainda mais generalista jazz de fusão.

Não discutindo a diferença entre estes e outros géneros de jazz de fusão e as evoluções de alguns actuais projectos de nu jazz, considero que muitos beberam influencias dos trabalhos da década de 90 do projecto, do americano Bob Green, The Grassy Knoll.

Em 1998, os The Grassy Knoll editaram o album "III" que, não sendo considerado pela crítica como seu o melhor trabalho é, para mim, o que considero mais aproximado à actual filosofia e sonoridade do nu jazz.

Tendo como base as excelentes secções ritmica (baterias, percursões e programações) e sopros (flauta, trompete e saxofones), as mais valias deste trabalho são as secções de teclas, que recorrem aos tradicionais fender rhodes e hammond c3 e acrescentam ainda a utilização do mellotron, do juno 60 e do oberhein ob-8 (tudo a fazer lembrar os grandes trabalhos de Miles Davis do final da década de 70), e de cordas, com a utilização de violino, violoncelo e guitarra.

Sendo um trabalho vincadamente colectivo onde todos os performers encaixam na perfeição, destacam-se os solos das secções de sopros e cordas. Destaco ainda o tema de abertura "A beaten dog beneath the hail" e o maravilhoso "Every third thought", a fazer lembrar os ultimos trabalhos de Bugge.

Apesar de ter alguns anos, este trabalho continua com um som cada vez mais actual...

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2006/07/08
  Relaxing with The Cinematic Orchestra

Playful. Complex.
Reflective. Intimate.
Elegant. Classic.

The spring sunrise...
Welcome to the nu-jazz audio painting by The Cinematic Orchestra.

Bio

The brilliantly-named Cinematic Orchestra is led by British arranger/composer/programmer/multi-instrumentalist Jason Swinscoe, who formed his first group, Crabladder, in 1990 as an art student at Cardiff College.
Crabladder's fusion of jazz and hardcore punk elements with experimental rhythms inspired Swinscoe to further explore the possibilities of sampling, and by the time of the group's demise in the mid-'90s, he was DJing at various clubs and pirate radio stations in the UK.

The music he recorded on his own at the time melded '60s and '70s jazz, orchestral soundtracks, rhythm loops and live instrumentation into genre-defying compositions, as reflected on his contribution to Ninja Tune's 1997 "Ninja Cuts 3" collection and his remixes of Ryuichi Sakamoto and Coldcut tracks.

The project's full-length debut "Motion" arrived in 1999 to great acclaim, which culminated in the Cinematic Orchestra's performance at the Directors' Guild Lifetime Achievement Award Ceremony for Stanley Kubrick later that year in London. Whether to categorize "Motion" as a jazz or electronica album is an intriguing conundrum, because it truly turns out to be a combination of both musical forms, and it is an unequivocally brilliant combination, at that.

Swinscoe gathered samples of drum grooves, basslines, and melodies from various recordings and artists that have inspired and influenced him (spaghetti-western composer Ennio Morricone and Roy Budd's spy film scores, '60s and '70s jazz and soundtrack scores from musicians such as Elvin Jones, Eric Dolphy, Andre Previn, David Rose, and John Morris).

He then presented the samples that he had collected to a group of musicians, the core of which consisted of Tom Chant (soprano sax, electric and acoustic piano), Jamie Coleman (trumpet, flugelhorn), Phil France (bass), and T. Daniel Howard (drums), to learn and then improvise. Those tracks, in turn, were sampled and rearranged by Swinscoe on computer to create the tracks that make up this first Cinematic Orchestra album.

The album bears all of the atmospheric hallmarks of ambient electronica, as well as Swinscoe's soundtrack inspirations and all the improvisational energy of jazz. Most of the songs are built with wave upon wave of repeated loops and instrumental phrases that work into a groove. Yet it feels at any moment as if the music is about to explode, like a steam whistle boiling to its screaming point. On "One to the Big Sea," for example, the same four-note bassline plays over and over with the same ride cymbal rhythm, but instead of seeming rote or mechanical, the riff just seems to continually bubble up and throb, slowly building anticipation and pressure.

Regardless of how they were made, though, the songs on "Motion" are by turns eerie, lush, edgy, expansive, gritty, intensely powerful, and gorgeous. Sometimes an album comes along that forces you to reconfigure and re-evaluate all of the assumptions you had previously made about music in order to realize how vast and endless the possibilities are; this is one of those albums.

Featuring a mix of jazz charts, DJ culture touches, and soundtrack-level layers of sound, Cinematic Orchestra's "Remixes 1998-2000" includes seven reconfigurations of electronica gems from the likes of Kenji Eno, DJ Krust, and Piero Umilani.

Atop their own core sound of bass, drums, and keyboards, the band deftly mixes in samples from the original tracks. The result is a loose-sounding mix of lengthy wide-screen pieces, which conjure up thoughts of Henry Mancini, John Barry, Jah Wobble, DJ Spooky, Herbie Hancock, and King Tubby.

With "Every Day", Cinematic Orchestra move beyond the electro-jazz fusion of their debut to make a record more natural, more paced, and, surprisingly, better than the justly hyped "Motion". J Swinscoe is more the arranger/conductor here than the producer, but of course, there's little need for samples or effects with such an accomplished band sharing the burden.

For the opener "All That You Give", Swinscoe and Co., plus harp player Rhodri Davies, spend a few minutes delicately paving the way for a deeply felt vocal by soul hero Fontella Bass. "Burn Out" is a lush, meditative track with a pleasantly ambling solo from Phil France on electric piano, a few appropriately cinematic-sounding horns, an age-old vocal sample, and occasional creaking static phasing through. Bass returns for another splendid track ("Evolution"), and the mighty Roots Manuva appears on a magisterial, spoken-word quasi-autobiography, "All Things to All Men".

Except for a pair of detours into highly programmed "broken beat" production, "Every Day" is a textured, acoustic work.

It was just a matter of time before the Cinematic Orchestra received a commission for a film score, but this 2003 release actually dates from 1999.

The genesis of "Man With a Movie Camera" lies in the selection committee of a Portuguese film festival, which asked Cinematic Orchestra to score their re-airing of Dziga Vertov's 1929 film of the same name, a silent Soviet documentary focused on a day in the life of an average worker.

Performed live by the orchestra, "Man With a Movie Camera" doesn't allow Swinscoe to indulge in his usual post-production magic, but it is a surprisingly adept score, with occasional bursts of on-the-one jazz-funk wailing to break it up. Scattered moments of brilliance abound, and at one point, someone on sax comes up with a brilliant foghorn recreation. The Cinematic material lies in '70s astral jazz, with evocative, tremulous work from soprano sax and violin.

Discography
- Motion (1999)
- Remixes 1998-2000 (2000)
- Everyday (2002)
- Man With a Movie Camera (2003)

The sounds and styles heard may not be revolutionary, but instead of simply pushing stylistic boundaries, Cinematic Orchestra display a real gift in making emotional, artistic music.

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2006/07/03
  orbit.experience

Durante os anos, alguns dos trabalhos que adquiro, têm uma história associada...

Por exemplo, um dos melhores albuns da minha colecção foi comprado só porque, durante umas férias vi, repito, vi, num qualquer num bar de praia e num qualquer canal de tv por satélite, um video de um grupo que tinha um trio de baixo, guitarra e trompete, um tipo na "maquinaria" electrónica e um grupo de cordas.

Lembro-me que, como estava num bar, não ouvia o que tocavam, mas o nome chamou-me a atenção: Orbit Experience... fácil de decorar porque gosto muito dos trabalhos de William Orbit, dos Orbital e dos The Orb!

Nessa noite procurei informações na net sobre o projecto, cheguei ao site deles em www.orbitexperience.de e no dia seguinte adquiri o album: orbit.experience - "space.beat" (2000).

Oriundo de Estugarda, na Alemanha, este projecto encaixa-se bem na vanguarda do Nu Jazz europeu.
O virtuosismo dos solos de Sebastian Studnitziky (trompete e rhodes), a alma do baixo de Marküs Kössler, as batidas explosivas de Flo Dauner e o "ambiente" criado pela guitarra (e barulho) de Markus fazem deste album um dos melhores dentro do nu jazz e um marco na produção de jazz alemã.

Destaco dois temas, o tema de abertura "ddr" pelo excelente diálogo entre a trompete e o rhodes, a fazer lembrar o tempo dos grandes "duelos" jazzísticos e o tema bonus "orbit.phase 2", com a participação da Orquestra de Câmara de Estugarda, e que cria um dos melhores temas de Nu Jazz alguma vez produzidos... tema este que foi o tal que me chamou a atenção.
Um projecto a seguir com muita atenção e um album com nota máxima!

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2006/07/01
  Bugge Wesseltoft - "Live"

Como qualquer gosto que se tenha...
...gostar de alguns tipos de sonoridades pura e simplesmente não se discute!

Isto passa-se comigo relativamente às novas sonoridades provenientes dos países nórdicos, no caso especifico deste post, o Nu Jazz Norueguês, representado (e bem) por um dos seus expoentes máximos, Bugge Wesseltoft e o seu album "Live".

Quando vi, no site da Jazzland Rec, o lançamento de um album ao vivo de Bugge, com um alinhamento muito aproximado ao trabalho anterior ("New Conception of Jazz"), pensei que seriam "apenas" mais umas versões das sonoridades de que tanto gostava... e não quis arriscar!
Mas, com o passar do tempo a curiosidade aumentou e decidi arriscar... afinal o catálogo desta editora nunca me tinha falhado.

Quando o recebi ficou-me logo na retina a participação de John Scofield... guitarrista de renome no jazz mundial... e companheiro de Pat Matheney. Mas, o melhor ainda estava para vir... é que não são "apenas" umas versões, são temas com uma alma e uma roupagem totalmente nova, com introduções fantásticas e solos excelentes.
É tensão, é calmia, é dor, é alegria... sem regras e com muita improvisação.
Isto é o (nu)jazz no seu estado mais puro... mas, talvez não o seja para os mais puristas!

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Conceito

Verão. Nascer do Sol. Tempo refrescante.
Momentos suaves. Beleza sossegada.
Tardes preguiçosas. Brisa suave ao Pôr-do-sol.
Noites sensuais.
Enfim, o lado bom da vida…

Sonoridades

| Nu-jazz | Chill-Out | Lounge |
| Downtempo | Downbeat |
| Ambient | Breakbeat | IDM |
| Electro | Drum'n'Bass |

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